Adultos e idosos | Atendimento presencial em Santo Agostinho
Escuta qualificada e decisões compartilhadas, respeitando valores, privacidade e a singularidade de cada pessoa.
Aqui você encontra um espaço de cuidado em saúde mental pautado por respeito, confidencialidade e uma escuta atenta. O objetivo é compreender o que você está vivendo, avaliar possibilidades diagnósticas e construir, juntos, um plano de acompanhamento realista e individualizado, respeitando o seu tempo.
Acredito em um tratamento que melhore a qualidade de vida do paciente.
Minha missão é de realizar um acompanhamento clínico, fazendo uma ponte entre a história da psiquiatria e a história de cada paciente, entre a ciência e a sua realidade psíquica.
— Dr. Ademar Moreira Pires
Conheça os atendimentos disponíveis conforme a sua necessidade.
Realização de consulta psiquiátrica em atendimentos presenciais de pacientes adultos (+18 anos) ou idosos. A avaliação inclui consideração de diagnósticos diferenciais, avaliação de exames e consideração de um breve plano de tratamento, se for o caso.
Avaliação de testes neuropsicológicos já realizados, exames de neuroimagem e exames laboratoriais, considerando como eles se relacionam para a elaboração de um diagnóstico psiquiátrico. É importante considerar sempre a possibilidade de se tratar de um caso normal, ou de uma variação da normalidade.
Com alguma frequência, pacientes buscam atendimento para reavaliar uma medicação prescrita por um médico não psiquiatra ou após um tratamento psiquiátrico que foi interrompido anteriormente. A reavaliação é importante porque pode ser necessários exames complementares, ajuste de dose de medicamento ou mesmo a sua suspensão, a depender do caso.
Apesar de eu não realizar habitualmente um atendimento puramente psicoterápico semanal com meus pacientes, cada consulta psiquiátrica é uma oportunidade para investigar a fala do paciente ou fornecer um direcionamento em relação a como fatores psíquicos têm influência sobre os sintomas apresentados. A consulta pode ser útil também para discutir se a psicoterapia com um psicólogo pode ser uma estratégia importante para aquele caso.
Atendimento voltado às particularidades da saúde mental na terceira idade, considerando comorbidades clínicas, uso de múltiplas medicações e impactos funcionais. Quando necessário, orientação ao cuidador e à família.
Elaboração de relatório médico após consulta, conforme diretrizes éticas. Em casos de concursos públicos, realização de avaliação psiquiátrica e emissão de documento apropriado.
Sou médico psiquiatra com mais de 15 anos de atuação, com formação em Clínica Médica, Psiquiatria e Psicogeriatria. Atendo adultos e idosos de forma presencial em Belo Horizonte e, quando necessário, também cuidadores que vivenciam sobrecarga emocional diante da fragilidade de um familiar.
Meu trabalho é centrado na qualidade da consulta: escuta cuidadosa, avaliação clínica ampla (incluindo comorbidades físicas quando presentes) e construção de um plano terapêutico proporcional ao caso. Entendo a consulta como um processo de parceria: a ciência orienta as decisões, e a experiência do paciente sobre si mesmo ajuda a dar sentido ao cuidado.
Tenho formação em Terapia Cognitivo-Comportamental e valorizo, quando indicado, diferentes abordagens psicoterápicas e estratégias não farmacológicas. Também me graduei em Filosofia pela UFMG, fortalecendo uma visão ética e humanista do cuidado em saúde mental.
Acredito que o cuidado em psiquiatria começa com escuta ativa respeitando o seu tempo. Mais do que consultas, ofereço um espaço seguro de confiança.
Descubra meus diferenciais.
A consulta é conduzida com calma, para compreender a história por trás dos sintomas, sem pressa e sem atalhos. A prioridade é a qualidade do encontro clínico, com atenção ao que faz sentido para você e ao que pode, de fato, ajudar no seu caso.
Quando necessário, busco disponibilizar uma via de comunicação para situações do dia a dia do tratamento: efeitos colaterais, perda de receita, envio de resultados de exames e outras orientações práticas. Na medida do possível, respondo em até 24h nos dias úteis, e posso emitir receitas e pedidos de exame pela plataforma do CRM quando indicado.
O cuidado não se resume a medicação. Quando faz sentido, conversamos sobre alternativas e combinações: mudanças de estilo de vida, psicoterapia, estratégias não farmacológicas, abordagens multidisciplinares e, em situações específicas, opções cientificamente estabelecidas para casos mais refratários.
Atendimento presencial no bairro Santo Agostinho (Núcleo Allerevita), com estrutura que facilita o cuidado de pacientes com necessidades especiais, pensado especialmente para parte do público idoso e pessoas com dificuldade de locomoção.
Além de atender idosos, considero com atenção as inseguranças e a sobrecarga de familiares e cuidadores, que muitas vezes também precisam de orientação e acolhimento. A psicogeriatria ajuda a olhar para as particularidades dessa fase da vida com mais precisão clínica.
O atendimento é pautado por sigilo, sobriedade e respeito às diferenças: sociais, étnicas, religiosas, de orientação sexual e de gênero. A proposta é realista quanto aos limites e possibilidades do tratamento, sem promessas fáceis e sem “mercantilização” da saúde.
Os atendimentos são presenciais em Belo Horizonte, em local com acessibilidade no bairro Santo Agostinho, no Núcleo Allerevita. O ambiente foi pensado para oferecer discrição, conforto e uma experiência de consulta tranquila, respeitando a privacidade do paciente.
Pessoas que escolheram meu trabalho contam como foi a experiência.
Psiquiatra é o médico especialista em saúde mental e transtornos mentais. É o profissional habilitado para diagnosticar e tratar os sintomas psíquicos e avaliar também a saúde física, de maneira global, já que mente e corpo não são separados. Pode prescrever medicamentos, quando necessário, e indicar terapias não farmacológicas de acordo com necessidade do paciente.
O psiquiatra investiga e analisa o histórico clinico trazido pelo paciente, suas queixas atuais, documentos e histórico de exames e tratamentos prévios, bem como dados de observação do comportamento no momento da consulta. Também avalia qual o nível de prejuízo, intensidade e duração dos sintomas. Assim, com a soma de todas estas informações, é possível desenvolver um raciocínio clínico e então planejar e propor o tratamento ao paciente.
Não. O tratamento pode envolver mudanças de estilo de vida, orientações, encaminhamento para psicoterapia, dentre outras medidas. Alguns pacientes desejam apenas orientações sobre o que sentem, se é normal ou patológico, e podem se sentir melhor após a consulta mesmo sem uma prescrição específica. Os medicamentos podem ser úteis sim, mas são apenas um dos recursos para a melhoria da qualidade de vida do paciente.
Não. Tenho a psicogeriatria como subespecialidade, mas atendo também adultos (+ de 18 anos)
Não.
Habitualmente, não. Mas em casos específicos, quando já conheço o paciente, podemos combinar conjuntamente essa possibilidade.
A primeira avaliação geralmente é feita em uma hora, mas a consulta pode demorar menos ou mais a depender da complexidade do caso. Para formular uma primeira hipótese e um primeiro plano de tratamento, ocasionalmente é necessário um pouco mais de tempo, com necessidade de reagendar um novo atendimento para compreender melhor a situação. Acredito que consultas muito longas sejam pouco produtivas e possam ser desgastantes para o paciente.
É importante que o paciente saiba informar quais as medicações utiliza atualmente e em quais doses, e isso pode ser esclarecido com uma receita ou mesmo verbalmente, quando o paciente sabe informar.
Se possível, devem ser trazidos os exames realizados em período recente, principalmente os exames de sangue e neuroimagem (Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética de Encéfalo).
A consulta psiquiátrica depende muito do que o paciente fala, mas é um processo colaborativo. Compreendo que alguns temas sejam sensíveis para algumas pessoas e tento sempre respeitar a privacidade do paciente e seu desejo de falar ou não sobre determinado tópico. Entendo também que a primeira consulta possa ser também um momento de maior tensão, mas as questões que forem mais importantes podem surgir em momento posterior (na verdade, conhecer um paciente é um processo prolongado e não pontual)
Sim. Prefiro sempre que possível conversar primeiramente sozinho com o paciente, mas se for desejo dele, depois também posso conversar com algum familiar, se isso for ajudar de alguma forma no tratamento.
Para preservar a privacidade da pessoa atendida e para poder compreender melhor a situação clínica, é sempre melhor avaliar primeiro o paciente, mas compreendo que algum familiar queira relatar alguns detalhes que não se sinta confortável em dizer diante da própria pessoa. Isso ocorre principalmente nos transtornos psiquiátricos que comprometem a capacidade do paciente de decidir por si próprio (como pode ocorrer nas demências ou psicoses). Nesses casos, recomendo o envio prévio do relato para o meu e-mail para que eu possa me situar no atendimento. De toda forma, se eu identificar na avaliação que o paciente tem um quadro que limita a sua capacidade de se expressar com tranquilidade e liberdade, eu posso solicitar presença do familiar
O sigilo médico é garantido para todos os pacientes atendidos e normalmente o que é dito em consulta não pode ser repassado nem mesmo a familiares próximos. O sigilo somente pode ser rompido em situações excepcionais, em benefício do próprio paciente ou da comunidade (risco para ele/ela ou para terceiros).
A situação é diferente se houver um transtorno psiquiátrico cause limitações à capacidade do paciente de entender, decidir e exercer suas atividades com autonomia. Nesse caso, o médico atua com discussão do caso junto ao familiar responsável para elaborar a melhor abordagem. A atuação do médico assistente visa sempre ao benefício do paciente e a conversa com familiares tem sempre esse sentido.
A elaboração de um relatório médico é direito de todo paciente após a consulta, conforme assegura o Código de Ética Médica. Alguns concursos públicos solicitam ao candidato aprovado um atestado de saúde mental elaborado por psiquiatra. Nesses casos, se trata de uma consulta psiquiátrica habitual, em que será realizada uma avaliação referente à saúde mental. Ao final da consulta, é elaborado um documento básico com o que foi encontrado durante a entrevista médica, o que geralmente inclui uma “súmula psicopatológica” e a hipótese diagnóstica com CID (ou informe de que não foi verificada alteração naquele momento).
O número do RQE (Registro de Qualificação de especialista) é obtido quando o médico cadastra uma especialidade no CRM. O RQE pode ser verificado por qualquer pessoa no Portal do CFM. Clínica Médica – RQE no 32073, Psiquiatria – RQE no 69578 (Área de atuação Psicogeriatria – RQE no 38481).
Sim! O atendimento psiquiátrico pode ajudar o paciente na compreensão de seu sintoma. Não é necessário que o paciente tenha nenhum conhecimento técnico referente à saúde mental, pelo contrário, é importante que ele relate espontaneamente, com as próprias palavras, o que tem sentido.
Não. A avaliação psiquiátrica (assim como qualquer avaliação médica) deve ser feita diretamente com o paciente. Não é possível fazer um diagnóstico ou propor um tratamento sem que o paciente esteja presente. O que eventualmente pode ocorrer é de a pessoa que busca a consulta estar angustiada com o estado psíquico de um familiar e, nesses casos, o psiquiatra pode constatar sinais de sobrecarga do cuidador (o que é bastante comum) e orientar sobre estratégias que para lidar com dificuldades de um transtorno mental de uma pessoa próxima.
Não. Toda a consulta médica deve ser paga, inclusive as de retorno. Em conformidade com a Resolução 1.958/10 do CFM, não há cobrança de novos honorários quando houver necessidade de que o paciente se submeta a exames complementares cujos resultados não podem ser apreciados na primeira consulta. Nesse caso, considera-se o ato médico terá continuidade em um segundo encontro, entretanto, essa situação é rara na psiquiatria, por ser uma especialidade menos voltada à realização de exames complementares. Conforme o artigo 2o da mesma Resolução: “No caso de alterações de sinais e/ou sintomas que venham a requerer nova anamnese, exame físico, hipóteses ou conclusão diagnóstica e prescrição terapêutica o procedimento deverá ser considerado como nova consulta e dessa forma ser remunerado.”
Para agendar uma consulta, entre em contato pelo Whatsapp: (31)98292-1336 ou Telefone: (31)3789-2340. Os atendimentos estão sendo feito atualmente às quartas-feiras pela manhã e à tarde
Para agendar uma consulta ou tirar dúvidas sobre a disponibilidade e o atendimento, entre em contato pelos canais abaixo: